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Trabalho de papiloscopistas do Instituto de Identificação resulta na identificação de cadáver e localização de familiares

Esse é o segundo caso de localização de familiares em menos de 15 dias.

A Polícia Civil do Tocantins, por meio do Instituto de Identificação, órgão vinculado à Superintendência da Polícia Científica, identificou e localizou familiares de mais um cadáver que havia sido enterrado como indigente em 2018. O trabalho de identificação foi realizado por meio do Núcleo Especializado de Identificação Necropapiloscópica com a utilização do Sistema Automatizado de Impressões Digitais (AFIS) da Polícia Federal.

O papiloscopista Danilo de Abreu Noleto, responsável coleta das impressões digitais, explicou que em virtude de o corpo estar em avançado estado de decomposição e parcialmente esqueletizado “foi necessária o uso de uma técnica especial para revelação das impressões digitais com a aplicação uma pasta de silicone (Microsil®️) para recuperar e facilitar a coleta das impressões digitais”.

Conforme a Central de Atendimento da Polícia Civil de Porto Nacional, o cadáver foi encontrado no dia 15 de agosto de 2018, na zona rural do município de Porto Nacional próximo à cachoeira do Rio Soninho e já em avançado estado de decomposição. O laudo necropapiloscópico de identificação será encaminhado à 7ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime de Porto Nacional anexado ao inquérito policial.

Outro identificado

Os papiloscopistas localizaram no final do mês passado, os familiares de um outro cadáver que havia sido enterrado como indigente no ano de 2015. O trabalho de identificação também foi realizado pelo Núcleo Especializado de Identificação Necropapiloscópica em parceria com o Instituto Médico Legal. Nesse caso, conforme o Boletim de Ocorrência registrado na Central de Atendimento da Polícia Civil de Paraíso do Tocantins, a vítima foi atropelada na rodovia BR-153 próximo ao Posto Milena no Município de Paraíso do Tocantins no dia 01/11/2015. O homem andarilho foi socorrido sem vida e não portava documentos, portanto não foi identificado na ocasião. O cadáver foi levado para o IML de Palmas onde foram coletadas as impressões digitais pelos papiloscopistas e todos outros procedimentos necessários, mas foi sepultado como indigente.

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