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Na tribuna o deputado Eli Borges (SD-TO) chama de aberração projeto que trata do Estatuto das Famílias do Século XXI

O aspecto biológico e científico ele tem que ser respeitado aqui nessa casa

Deputado Federal Eli Borges (SD-TO, durante sessão desta terça-feira 20, chamou de aberração o Projeto de Lei nº 3.369/2015, que trata do “Estatuto das Famílias do Século XXI”, de autoria do Deputado Orlando Silva e relatado pelo Deputado Tulio Gadelha.

O projeto tem sido objeto, nas redes digitais, de interpretações distorcidas. Eli Borges solicita que o autor da matéria que irá para votação nesta quarta-feira (21), seja retirada de pauta e que proponha um novo projeto com definições claras.

De acordo com o texto proposto pelo deputado Orlando Silva, o artigo 2º diz que são reconhecidos como famílias todas as formas de união entre duas ou mais pessoas que para este se constitui e que se baseia no amor.

Eli Borges ainda declara ao autor da matéria, Orlando Silva que ele ainda tem uma grande chance que antes que essa matéria transmite na comissão de direitos humanos ele a retira para que ele evidencie aquilo que ele falou na Tribuna e proponha um novo projeto com definições claras.

 “Seria união grupal? Será se nós estamos vivenciando, pastor Doni, onde quatro pessoas decidem viver juntas em uma própria causa? É isso que nós temos que chamar de família? Seria este um aspecto apenas de adoção e eu não vejo a palavra adoção aqui em nenhum momento, está escrito em adoção? E o texto vai dizendo na afetividade, independente da consanguinidade de gênero, orientação sexual, nacionalidade, credo raça, incluindo seus filhos. Hora, em nenhum momento está dizendo aqui que é adoção de filhos, está dizendo na expressão etimológica anterior que se constitui isso, fala de termo do ordenamento jurídico de pessoas para fim que se chama família e que se propõe o modelo aberto para Famílias, não dá para convencer efetivamente que aqui não está explícito mesmo que indiretamente a expressão enseja, uma das maiores aberrações que uma sociedade podem vivenciar é quando alguém mesmo que indiretamente, porque não está claro no texto, não deixa explicito que isso possa vir acontecer ou não. Um pai é um pai, uma mãe é uma mãe e um filho é um filho, o aspecto biológico e científico ele tem que ser respeitado aqui nessa casa, eu não quero acreditar que o Deputado Orlando Silva a quem eu conheço teve essa intenção mesmo neste nível de aberração”, destacou o parlamentar.

“Não quero discriminar ninguém, mas intimidade ela tem que viver na intimidade, ninguém pode fazer da intimidade um modelo dentro das escolas, um modelo de estímulo, ninguém pode fazer da sua intimidade um direito superior daquilo que interfere em uma raça, a Biologia diz que é homem e mulher e ponto final, não outro mecanismo de reprodução, então eu quero deixar claro a minha indignação em relação a essa proposta do deputado que já citei, quero pedir que por favor que ele confirme aquilo que expressou na Tribuna retirando esse projeto de pauta, aí sim, eu estarei convencido que ele não escreveu esse projeto, repensou ele a fazer aquilo que deve fazer em defesa da família dentro da biologia e da ciência” finalizou o deputado.

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Jonas Amaral

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