Após varredura técnica, Ministério Público atesta que 17 acusações anônimas eram infundadas e destaca transparência administrativa.
O Ministério Público do Estado do Tocantins (MPTO) oficializou o arquivamento de uma Notícia de Fato que investigava a gestão municipal de São Valério. O parecer, assinado pelo promotor Mateus Ribeiro dos Reis, concluiu que a série de denúncias anônimas não possuía suporte fático. A investigação apontou que as queixas careciam de provas, sendo prontamente esclarecidas pela equipe do prefeito Wada Franciel Ferreira Trindade por meio de farta documentação técnica.
Defesa robusta apresentada
O caso chegou à esfera estadual após o Ministério Público Federal descartar qualquer dano ao patrimônio da União. Ao assumir o processo, o órgão estadual organizou as reclamações em 17 tópicos distintos, abrangendo desde obras públicas até folha de pagamento. Em resposta, a administração municipal entregou milhares de páginas contendo notas fiscais, contratos licitatórios e evidências audiovisuais que desconstruíram as teses de irregularidade uma a uma.
Fatos superam narrativas
Entre as acusações refutadas, chamou a atenção o episódio da “ambulância fantasma”, desmentido com a apresentação do documento do veículo e vídeos da unidade em pleno atendimento à população. Quanto ao uso de emendas para reformas escolares, a perícia comprovou que a prefeitura utilizou mão de obra própria, uma estratégia que gerou economia real aos cofres públicos e otimizou os recursos, garantindo a eficiência do gasto público.
Legalidade e transparência
O Ministério Público foi enfático ao tratar de suspeitas sobre contratos e enriquecimento, classificando-as como baseadas em “percepções sem lastro”. A gestão comprovou a natureza legal de todos os pagamentos realizados, incluindo obrigações determinadas pelo Judiciário e rescisões contratuais de ex-servidores. Ficou demonstrado que tais atos não foram meras liberalidades, mas sim o cumprimento rigoroso de deveres administrativos e decisões judiciais.
Fim da perseguição
Ao decidir pelo arquivamento, o órgão ministerial destacou que prosseguir com investigações vazias configuraria um risco de perseguição política, o que é vedado pelo direito. A conclusão do caso reafirma a estabilidade jurídica no município e valida o compromisso da atual gestão com a prestação de contas. Com a decisão, a administração de São Valério encerra o ciclo de suspeitas com o reconhecimento oficial de sua integridade institucional.



























