Oficinas participativas da Regional Sudeste 1 acontecem em Porto Alegre do Tocantins e ampliam a voz de povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais na preservação ambiental.
O Governo do Tocantins, por meio da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) e da Secretaria dos Povos Originários e Tradicionais (Sepot), segue avançando na implementação do Programa Jurisdicional de REDD+ (JREDD+). A próxima etapa será realizada nos dias 22, 23 e 24 de agosto, na comunidade quilombola São Joaquim, localizada em Porto Alegre do Tocantins, no sudeste do Estado.
Consulta Livre, Prévia e Informada
As oficinas fazem parte da metodologia de Consulta Livre, Prévia e Informada (CLPI), prevista na Instrução Normativa nº 1/2025. Esse formato garante que os povos indígenas, quilombolas, comunidades tradicionais e agricultores familiares tenham participação ativa em todas as decisões, com acesso transparente às informações e espaço para contribuir diretamente com propostas.
Regional Sudeste 1 em foco
Esta fase do Programa contempla a Regional Sudeste 1, que reúne comunidades como Chapada da Natividade, São José, Redenção, Baião, Poço Dantas, Laginha, São Joaquim, Lajeado, Brejão e Riachão. O encontro no Quilombo São Joaquim será o ponto de convergência para a troca de saberes e debates sobre as prioridades locais.
Temas em debate nas oficinas
Durante os três dias de atividades, os participantes vão discutir questões fundamentais para a região, como a preservação ambiental e alternativas sustentáveis, o enfrentamento à escassez hídrica — desafio recorrente no sudeste do Tocantins —, a proteção do território e valorização das identidades tradicionais, a repartição de benefícios do Programa, além dos mecanismos de implementação e monitoramento do JREDD+ e da governança voltada ao fortalecimento dos direitos dos povos originários e comunidades tradicionais.
Valorização da diversidade e da participação
A presença ativa das comunidades na construção do Programa é um reflexo do compromisso do Tocantins com uma agenda socioambiental que respeita a diversidade cultural e os saberes tradicionais. A iniciativa busca integrar desenvolvimento sustentável, justiça social e proteção ambiental, fortalecendo a voz dos povos que há gerações cuidam do território.



























