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Gestões locais devem desenvolver estratégias para acelerar campanha de vacinação contra a COVID-19 nos Municípios, orienta ATM

A Associação Tocantinense de Municípios (ATM) tem orientado os gestores municipais para que elaborem estratégias voltadas à celeridade da campanha de vacinação contra a COVID-19 nos Municípios. Desde 18 de janeiro deste ano, os Municípios estão executando o processo de imunização dos públicos-alvo, e vêm constantemente recebendo doses, além de novas orientações sobre a aplicação dos imunizantes.

Orientações – Na semana passada, a ATM repassou aos Municípios orientações expedidas pelo Ministério Público com vistas a favorecer o processo de aceleração da vacinação nos Municípios. Dentre elas estão a possibilidade de realização de mutirões de vacinação aos fins de semana; o diagnóstico da estrutura de vacinação, ao identificar as demandas e falhas existentes, ao passo que elaborem soluções para sanar as deficiências; ampliação dos pontos  e horários de vacinação; e mapeamento da população para a organização de estratégias de busca ativa e monitoramento, para as próximas etapas de vacinação.

Postura estratégica – “As gestões locais estão em pleno processo de vacinação dos grupos prioritários. Como a transmissão do vírus está acelerada no país, o processo de vacinação também deve acompanhar esse ritmo. Para tanto, as equipes de saúde devem adotar uma postura estratégica com vistas a reduzir o mais rápido possível os estoques de vacina” pede o presidente da ATM e prefeito de Talismã, Diogo Borges.

Competências – A ATM lembra que é de competência das Secretarias Municipais de Saúde a organização e a execução da Campanha Nacional de Vacinação Contra a Covid-19. Dentre as atribuições estão: organizar o fluxo de distribuição e aplicação das vacinas; disponibilizar profissionais de saúde capacitados para realizar aplicação das vacinas de forma segura, alimentar os sistemas de monitoramento e controle dos dados relativos às vacinas e aos usuários; realizar os registros de movimentação dos estoques das vacinas para COVID-19; e avaliar a eficácia, segurança e impacto da campanha de vacinação nos municípios.

Idosos acima de 70 anos – A  Nota Técnica de Esclarecimento N° 03/2021, da Secretaria de Estado da Saúde, por meio da Superintendência de Vigilância em Saúde/Diretoria de Vigilância das Doenças Transmissíveis e Não Transmissíveis/Gerência de Imunizações, explica que se a Secretaria Municipal de Saúde conseguiu vacinar 100% da população prevista para os grupos prioritários atendidos até o momento para essa primeira fase (Trabalhadores de Saúde, Pessoas de 60 anos ou mais Institucionalizadas, População indígena sob responsabilidade dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), Pessoas de 80 a 89 anos e Pessoas de 90 anos ou mais), poderão utilizar nesse momento, as doses excedentes para vacinar o público alvo de pessoas de 75 a 79 anos, tendo em vista que esse grupo prioritário será o próximo a ser contemplado segundo nota do Ministério da Saúde.

Doses D1 e D2 – Ainda, recentemente a Secretaria Especial de Assuntos Federativos, órgão ligado à Secretaria de Governo da Presidência da República, emitiu ofício aos Municípios brasileiros sobre a atualização de orientações técnicas relativas à continuidade da Campanha Nacional de Vacinação contra a Covid-19. O Ministério da Saúde firmou orientação para que as doses distribuídas por meio das Pautas 8 e 9 sejam utilizadas em sua totalidade como D1, e não mais armazenadas como D2, obtendo-se dessa forma um número maior de doses iniciais.

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