Deputado Eli Borges comenta operação no Rio de Janeiro e critica omissão do Governo Federal diante do avanço do crime organizado

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Deputado Eli Borges comenta operação no Rio de Janeiro e critica omissão do Governo Federal diante do avanço do crime organizado

Parlamentar defende ação firme das forças de segurança e alerta para a “indústria da impunidade” que, segundo ele, alimenta o poder do tráfico e ameaça a segurança nacional.

A recente operação policial realizada em comunidades do Rio de Janeiro reacendeu o debate sobre segurança pública e a atuação do Estado frente ao crime organizado. Em meio às repercussões, o deputado federal Eli Borges (PL-TO) se pronunciou, apresentando três colocações firmes sobre o tema. O parlamentar destacou que o país vive uma crise de autoridade e cobrou mais responsabilidade do Governo Federal diante da escalada da violência nas grandes cidades.

O Brasil vive a indústria da impunidade

Em sua primeira observação, Eli Borges foi enfático ao afirmar que o principal problema da criminalidade está na falta de punição eficaz. “O Brasil vive a indústria da impunidade, e por isso o crime organizado se aflora”, declarou o deputado, ressaltando que a ausência de consequências reais incentiva criminosos a continuarem suas práticas.

Para ele, a segurança pública precisa ser tratada como prioridade nacional, com leis mais duras, sistema prisional eficiente e apoio constante às forças de segurança.

Crítica à omissão do Governo Federal

Na segunda colocação, o parlamentar cobrou mais atuação do Governo Federal, acusando-o de omissão diante da gravidade da situação. “O Governo Federal foi convocado a agir no Rio de Janeiro, mas se mostrou ausente. Essa falta de ação deixa o Estado e suas forças policiais sozinhos em uma guerra desigual”, criticou Borges.

Ele reforçou que o combate ao crime não deve ser visto como responsabilidade exclusiva dos governos estaduais, mas sim como um dever compartilhado entre todas as esferas de poder.

Apoio à ação policial e defesa da segurança da sociedade

Por fim, o deputado defendeu a atuação da polícia fluminense durante a operação, destacando que o cumprimento dos mandados de prisão foi legítimo e necessário. “O governo do Rio cumpriu seu dever. Subiu o morro, e os militares foram recebidos a tiros. Quem é recebido a tiro está em guerra, e naturalmente reage”, pontuou.

Eli Borges lamentou as mortes, mas ponderou que muitos dos envolvidos tinham longas fichas criminais e representavam risco constante para a população.
“Não defendo a morte, não sou da cultura da morte. Mas acredito que o Brasil precisa garantir mais segurança para o cidadão de bem, especialmente no caso do Rio de Janeiro”, concluiu.

Um apelo por mais autoridade e justiça

O parlamentar encerrou sua fala reforçando a necessidade de restaurar a confiança da população nas instituições públicas e na força do Estado. Para ele, é urgente resgatar o papel da lei e da ordem, assegurando que criminosos sejam punidos e que a sociedade volte a viver em paz. “A impunidade é o combustível da violência. Sem autoridade e justiça, o Brasil continuará refém do medo”, finalizou Eli Borges.

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