Evento destacou escritores da região, uniu música e literatura e reforçou a identidade cultural do Tocantins.
Neste sábado, dia 20 de setembro, o Centro de Ensino Médio de Gurupi – CEM, foi o cenário de uma programação cultural especial em comemoração ao “Dia D da Leitura – Frutos da Nossa Terra: Tocantins”. A iniciativa destacou a riqueza literária da região, reunindo escritores e artistas que têm marcado a história cultural do Estado.
Organização e participação
A programação foi cuidadosamente organizada pelas coordenadoras de programas e projetos Racy Ferreira e Rosângela Gomes, com o apoio de professores e estudantes da instituição. O encontro reforçou a importância da escola como espaço de valorização das artes e da identidade regional.

Homenagem aos escritores da terra
Entre os convidados, estiveram nomes de grande expressão: Rosângela Gomes, professora do CEM, psicóloga, pedagoga e poeta; Roberto Ribeiro, ex-aluno, ex-professor e ex-diretor da escola, historiador e membro da Academia Gurupiense de Letras; Sargento Jenilson Alves de Cirqueira, escritor e atual presidente da AGL; Dr. Plínio Sabino, professor universitário e escritor; além de Viviane Ribeiro, professora, escritora e estudante de Letras.

A música como complemento cultural
A diversidade cultural do Tocantins também esteve presente na música, representada por Chico Chokolate, cantor e compositor que há décadas dá voz à identidade tocantinense. Com seu estilo versátil, que transita entre MPB, samba, blues, forró e reggae, o artista embalou o público e reforçou a ligação entre literatura e música.

Valorização da identidade regional
A vice-diretora do CEM de Gurupi, Adriana Beatriz Martins Lemes, destacou a relevância da iniciativa para os jovens. “O Dia D da Leitura é um convite para que nossos estudantes conheçam e se orgulhem das vozes que representam o Tocantins na literatura e nas artes. É um momento de inspiração, em que celebramos nossos frutos da terra e reafirmamos a importância da leitura como caminho para a formação crítica e cidadã”, comentou Adriana Beatriz.

Legado da programação
Ao unir literatura, música e reflexões sobre identidade cultural, o evento deixou como legado o fortalecimento da leitura entre os jovens e a valorização das raízes regionais, mostrando que a escola pode ser um espaço vivo de cultura e memória.



























