Ação célere da Polícia Civil resulta na prisão de jovem suspeita de participação em execução no Centro de Gurupi

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Ação célere da Polícia Civil resulta na prisão de jovem suspeita de participação em execução no Centro de Gurupi

Investigações avançaram rapidamente após o crime, levando à localização e captura da investigada de 18 anos na casa de familiares.

A Polícia Civil do Estado do Tocantins efetuou, na tarde desta quinta-feira (23), o cumprimento de uma ordem judicial de prisão preventiva contra uma jovem de 18 anos. A ação, conduzida por equipes da 3ª Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (3ª DHPP – Gurupi), aponta a suspeita como coparticipante no assassinato de Henrique Ribeiro de Souza, de 32 anos.

O homicídio foi registrado na noite da última terça-feira (21), quando a vítima foi surpreendida e executada a tiros no interior de sua própria residência, localizada na área central do município de Gurupi.

Reviravolta nas investigações policiais

Inicialmente localizada e ouvida pelos investigadores na quarta-feira (22), a jovem prestou depoimento e negou categoricamente qualquer ligação com o ataque. Contudo, o trabalho minucioso de inteligência da 3ª DHPP reuniu novas evidências substanciais que desmentiram a versão inicial e reforçaram os indícios de sua colaboração no ato criminoso.

Diante dos novos elementos de prova, o delegado responsável pelo caso formalizou o pedido de prisão preventiva, que obteve parecer favorável e foi prontamente deferido pelo Poder Judiciário.

Captura em esconderijo familiar

Com o mandado em mãos, os agentes realizaram diligências e localizaram a investigada escondida na residência de um parente. A jovem não ofereceu resistência, sendo detida e conduzida à delegacia para a realização dos procedimentos cabíveis, ficando à disposição da Justiça.

Ajuste de contas motivou crime

A hipótese central trabalhada pelos investigadores indica que a execução foi motivada por um ato de retaliação. A principal linha de investigação aponta que o homicídio foi motivado por reações ligadas ao histórico da vítima com o tráfico de entorpecentes e facções criminosas.

A 3ª DHPP informou que os trabalhos em campo prosseguem com o objetivo de esclarecer a dinâmica exata do homicídio e capturar os autores materiais dos disparos.

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