Deputado Eli Borges, um dos parlamentares mais atuantes do Tocantins, faz duras críticas ao governo federal em discurso no Congresso Nacional

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Deputado Eli Borges, um dos parlamentares mais atuantes do Tocantins, faz duras críticas ao governo federal em discurso no Congresso Nacional

Parlamentar afirma que país está sem rumo e sem controle econômico, apontando inflação real que consome o poder de compra do trabalhador.

Reconhecido como um dos parlamentares tocantinenses mais atuantes e combativos, sempre presente na defesa dos interesses da população, o deputado federal Eli Borges (PL/TO) protagonizou nesta semana um discurso impactante no plenário do Congresso Nacional.

Em sua fala, Eli Borges direcionou críticas contundentes ao governo federal e ao ministro da Economia, Fernando Haddad, a quem apontou de conduzir o país “sem rumo e sem controle”.

Crise orçamentária e guerra de votos

O deputado ressaltou que o cenário financeiro do Brasil é preocupante, sobretudo pela falta de previsibilidade na gestão das contas públicas, o que, segundo ele, só amplia a sensação de insegurança econômica.

Borges relembrou que, na semana passada, o governo federal enfrentou uma verdadeira guerra de votos no Congresso e acabou derrotado em pautas consideradas prioritárias.

“Disseram que a aprovação daquela matéria não alcançaria os pobres. Isso nunca foi verdade. Quando se onera o topo, automaticamente esse custo chega no andar de baixo”, alertou o parlamentar.

Críticas ao ministro da Economia

Eli Borges foi categórico ao dizer que o ministro Haddad, a quem afirmou ser conhecido como “taxad”, não está conseguindo dar respostas à altura do desafio orçamentário que o país enfrenta.

“A priori, esse governo não está dando conta de apresentar soluções. Estamos vivendo um drama extremamente grave na economia brasileira”, declarou.

Inflação real e perda do poder de compra

Na avaliação de Borges, a inflação oficial divulgada pelo governo está longe de refletir a realidade vivida pelo cidadão comum.

“Essa inflação real está consumindo o que resta do poder de compra da população. É uma situação alarmante e insustentável”, criticou.

Emendas e necessidade de respostas à crise

O deputado também mencionou a emenda de R$ 520 milhões destinada a transferências para o ministério que conduz ações contra a crise climática, ponderando que, embora necessária, a medida não dispensa a obrigação de o governo prestar contas.

“É claro que há necessidade de dar respostas à crise climática, mas também é claro que precisamos cobrar responsabilidade orçamentária de quem governa”, concluiu.

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