Decisão da Procuradoria-Geral da República será determinante para julgamento no STF sobre o afastamento do governador.
O processo envolvendo o possível retorno do governador afastado do Tocantins, Wanderlei Barbosa, avançou nesta terça-feira (23). A Procuradoria-Geral da República (PGR) protocolou às 18h42 seu parecer no Habeas Corpus apresentado pela defesa do governador. O documento é peça-chave para que o Supremo Tribunal Federal (STF) decida se mantém ou revoga a decisão de afastamento, imposta pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) no âmbito de investigações ainda sob sigilo.
Decisão pode sair a qualquer momento
O ministro Edson Fachin, relator do caso no STF, poderá se manifestar ainda nesta noite. A expectativa é intensa, já que a eventual revogação do afastamento pode alterar imediatamente o cenário político e administrativo do Tocantins, recolocando Wanderlei Barbosa no Palácio Araguaia.
Bastidores da política tocantinense
Nos bastidores, aliados do governador afastado demonstram confiança no retorno de Barbosa ao cargo, reforçando que sua volta traria estabilidade ao Executivo estadual. Já a oposição acompanha cada movimentação com cautela, destacando que qualquer decisão do STF terá reflexos imediatos no equilíbrio de forças políticas do estado.
Impactos imediatos
Um eventual retorno de Wanderlei Barbosa ao governo deve ter repercussão direta na condução da máquina pública, na definição de estratégias políticas e na composição de alianças. O desfecho do julgamento é aguardado com ansiedade pela classe política, servidores e população em geral.


























