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Com vídeo no “padrão Globo”, Amastha lança campanha para mobilizar sociedade pela derrubada do veto ao Refis das micro

São aproximadamente 4,8 milhões de micro e pequenos empresários inadimplentes que aguardam a medida. Caso o veto não seja revisto no Congresso, a expetativa é de desemprego em massa e volta da informalidade a muitos microempreendedores.

Uma de suas bandeiras no período em que exerce a presidência da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), Carlos Amastha conclamou a sociedade a se mobilizar pela derrubada do veto do presidente Michel Temer ao Refis das micro e pequenas empresas brasileiras. Em vídeo postado nas redes sociais, o prefeito de Palmas pede engajamento da população para cobrar do Congresso que derrube o veto. “Você deve dar seu apoio para essa iniciativa. Converse com o presidente da Associação Comercial de sua cidade”, pede Amastha, à sua maneira, em referência à campanha “Que Brasil você quer para o futuro?”, da Rede Globo, característica por orientar os internautas a utilizarem o celular na horizontal no momento da gravação dos depoimentos.

Amastha já mobiliza prefeitos e parlamentares em busca de apoio à derrubada. E até mesmo pediu ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, na semana passada, quando ocupava o cargo de presidente da República em exercício durante reunião no Palácio do Planalto.

São aproximadamente 4,8 milhões de micro e pequenos empresários inadimplentes que aguardam a medida. Caso o veto não seja revisto no Congresso, a expetativa é de desemprego em massa e volta da informalidade a muitos microempreendedores.

A CAMPANHA

A Frente Nacional de Prefeitos iniciou nesta quarta-feira, 31, a campanha digital pela derrubada do veto ao Refis para as Micro e Pequenas Empresas. A ação, em parceria com o Sebrae, contará com vídeos e peças de apoio à iniciativa. Serão utilizadas as hashtags #RefisproPequeno, #FNPapoiaRefisMPEs e #RefisMPEs.

Paralelamente, a FNP também tem trabalhado junto aos parlamentares pela derrubada do veto. “Nós diminuímos muito no Brasil a economia informal, que é péssima, graças a esse movimento do Simples, e agora a gente chega e diz ‘Senhores, voltem para a informalidade, porque o Refis não é para vocês?’ É a pior coisa que pode acontecer para a economia desse país”, declarou o presidente em exercício da FNP, Carlos Amastha, em reunião com o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, no último dia 18.

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