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“As igrejas acolhem mais os homossexuais que os grupos LGBT”, diz Eli Borges

Deputado tocantinense participa da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara.

Nesta quarta-feira (7) o deputado estadual Eli Borges (PROS) usou a tribuna da Assembleia Legislativa do Tocantins para levantar um debate sobre o aumento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de Palmas que tem assustados os moradores, sobretudo os comerciantes da capital.

Em seu sétimo mandato, Borges declarou que nunca viu a população tão “polvorosa” como viu após retornar de suas férias. Em contato com alguns dos moradores de Palmas que receberam um aumento desproporcional do IPTU por conta da diminuição dos redutores, o parlamentar faz críticas ao prefeito licenciado da cidade, Carlos Amastha.

“Esse cidadão que tem pretensão de governo, ele não é um cidadão coerente na política tributária. Eu peguei um caso aqui que o aumento do IPTU ficou em 211%, dentro da própria administração. Mas se pegar o aumento de antes desse cidadão assumir a cidade, teremos casos de mais de 500% e 600%”, declarou o deputado.

Outro caso citado pelo parlamentar foi de um contribuinte que recebeu um imposto 171% mais caro do que ele pagou no ano passado. Quem mora na área rural também sofreu com aumentos, segundo o parlamentar, o imposto veio com um valor maior que o valor venal do imóvel.

“O cidadão entra com recursos, se esforça, mas o Prefeito ganha todas no Judiciário”, denuncia. Eli Borges também critica a explicação de que o valor venal dos imóveis subiu. “Não vem com essa história que o valor venal subiu, porque nos últimos anos, pela crise, o valor diminuiu”, completou.

Na visão do deputado estadual, Amastha não tem condições de assumir o governo do Estado  e abordou a questão das multas, que Amastha adotou na cidade, deixando de investir na manutenção de semáforos, mas disponibilizando agentes para aplicar multa em quem circula pela capital. “Eu não vejo fiscais de trânsito, por exemplo, fazendo aquele trabalho que substitui o semáforo pela ausência do equipamento eletrônico”.

Com impostos tão altos, Amastha afasta empresas que poderiam investir na cidade e ajudar no seu desenvolvimento. Por isso, Eli Borges promete levantar os dados sobre esses aumentos e pede aos seus pares que se unam para criar uma nova lei para questões cartorárias. “Vamos cuidar do nosso povo, respeitar o bolso da nossa sociedade e não vamos permitir que alguém esfolie mais a nossa gente”, concluiu.

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