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Jovem é suspeito de comprar mais de 100 produtos com cartões clonados

Operação da Polícia Civil ocorreu após denúncias de vítimas, em Colinas. Rapaz não foi encontrado pelos policiais para prestar esclarecimentos.

Denúncias levaram a Polícia Civil a apreender mais de 100 produtos sem nota fiscal na casa de um jovem, em Colinas do Tocantins. O rapaz é suspeito de adquirir os itens pela internet usando cartões clonados. As informações são da Secretaria de Segurança Pública (SSP) e foram divulgadas nesta segunda-feira (4). Conforme o órgão, no imóvel foram encontrados documentos, computadores e produtos de origem duvidosa.

Na casa do suspeito, cuja identidade não foi revelada, foram apreendidos 118 itens, além dos que ainda estavam acondicionados em caixas, malas e sacos plásticos. A operação foi deflagrada na última quarta-feira (30).

O delegado Joelberth Nunes de Carvalho, responsável pela operação, disse que a apreensão dos objetos foi feita após um Boletim de Ocorrência (BO) e duas denúncias.

Em maio de 2014, uma pessoa foi à delegacia para registrar um BO, após receber em casa um HD de computador que ela não havia comprado. Por e-mail, em maio de 2015, uma segunda vítima relatou que no mesmo mês foram realizadas duas compras em sua conta através de um site de vendas. Nesses dois casos o suspeito foi apontado pelas vítimas como o autor.

A última denúncia foi feita no dia 22 de dezembro de 2015. Segundo a SSP, o delegado Carvalho recebeu uma ligação do representante de um comércio online, informando sobre uma compra fraudulenta de um forno elétrico. O produto seria entregue no endereço em que vive o rapaz. O informante afirmou ainda que a operadora de cartões de crédito disse que a compra foi realizada com um cartão de crédito clonado.

A SSP explicou que a Polícia Civil tentou entrar em contato com jovem, mas que ele não apareceu em casa e nem respondeu a polícia até o final da operação.

De acordo com o órgão, na investigação foi constatado que o suspeito é desempregado e não possui renda mensal. O rapaz pode responder por estelionato e lavagem de dinheiro. A SSP informou que as investigações continuam.

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