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Jovem cria negócio milionário com venda de brownies

O lanche da escola virou negócio de sucesso para o carioca Luiz Quinderé quando decidiu vender os brownies que fazia na cozinha da casa dos pais para os amigos. Hoje, o Brownie do Luiz está presente em mais de 180 pontos de venda no Rio de Janeiro, têm duas lojas próprias na capital fluminense. A empresa ainda entrega o doce em todo o território nacional via Sedex. O faturamento no último ano foi de R$ 2 milhões e a expectativa é dobrar esse valor em 2015.

A história de Luiz começou em 2005. Ele levava o doce para comer nos intervalos do colegial e sempre dividia com os amigos. O brownie fazia tanto sucesso que Luiz decidiu passar a vendê-los.

O negócio deu certo e quando foi para a faculdade sua fama se espalhou entre os universitários da PUC do Rio de Janeiro. Luiz, então, mudou a produção para uma cozinha industrial e, mais recentemente, passou para uma fábrica de 200m² com capacidade para produzir 10 toneladas do doce por mês.

Os planos do empreendedor são de expandir a produção. “Estamos montando uma outra unidade de produção. Vamos aumentar a capacidade em 30 toneladas por mês”, conta. Hoje, Luiz emprega 40 pessoas, mas a expectativa com a nova fábrica é aumentar esse número.

O carro chefe da marca é o “Veneno da Lata”, as bordas do brownie que são vendidas em um potinho de 300 gramas. O nome faz referência ao acontecimento de 1987 na costa do Rio de Janeiro, quando centenas de latas cheias de maconha chegaram na costa após serem despejados por um navio panamenho. Dizem os clientes, em tom de brincadeira, que o doce vicia tanto quanto. A unidade sai por R$ 20 e a versão de 200 gramas, chamado de “Venenano”, por R$ 15, no site oficial.

O brownie original de 60g custa R$ 3,50 a unidade, os recheados de 80g, disponíveis nos sabores chocolate branco, nutella, doce de leite, maracujá e limão, são R$ 5,00 a unidade. Ainda é possível comprar uma caixa com 40 nanobrownies de 20g por R$ 80.00.

O “Veneno da Lata”, antes disponível somente no Rio de Janeiro, passou a ser comercializado também na cidade de São Paulo, no Empório Santa Maria e em cinco unidades da rede de supermercados St. Marche – Alto de Pinheiros, Higienópolis, Moema Pavão, Moema Jauaperi e Chácara Klabin.

Segundo Luiz, a escolha por São Paulo foi motivada por ser um mercado grande e com público para doces um pouco mais caros, além da proximidade com o Rio de Janeiro.

“É a primeira vez que colocamos nossos produtos em um ponto de venda fora do Rio. É um teste. Se der certo podemos expandir, mas ainda há muito espaço para crescermos aqui no Rio”, conta Luiz. Para outras cidades do país é possível comprar os produtos de Luiz pelo e-commerce da marca.

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